EFEITO DOMINÓ
O furto de um casaco em Feira da Provopar poderia ter resultado em reportagem inusitada, não fosse o efeito cascata que suscitou. Ao ver o repórter de uma emissora de rádio (poupemos a bandeira) correr para entrevistar a vítima, a presidente do Provopar, Lúcia Arruda, subiu nas tamancas.
Acionou o filho que acionou o sogro e dono da emissora que acionou o diretor de jornalismo que acionou a chefe de reportagem que acionou a produtora que acionou o repórter na ponta da linha. E assim foi-se o jornalismo.

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